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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 29 Abril , 2012, 20:25

 

O Grupo Desportivo Vilacovense, que em 1 de Janeiro passado fez 37 anos de existência, organizou hoje, Domingo, um almoço, em que reuniu membros dos seus órgãos sociais, atletas que o representaram na última época, treinador e equipa técnica, representantes de instituições da freguesia e ainda sócios e simpatizantes.

Antes, pouco passava das doze horas, apresentou aos vilacovenses a sua nova viatura, de nove lugares, que na circunstância foi benzida pelo Sr. Padre Cintra, com a presença da Presidente do Grupo, Dr.ª Andreia Paiva.

Ao almoço, que se realizou no Salão da Casa do Povo, usaram da palavra o Presidente da Câmara, Engenheiro Ricardo Pereira Alves, que teceu palavras de consideração para a mais valia que o Grupo Desportivo representa para a freguesia de Vila Cova e a Dr.ª Andreia Paiva, que no seu discurso homenageou sentidamente o seu próprio pai, o falecido Sr. António Paiva, que recordou como alguém que “pela sua vontade e determinação” lhe deixou “marcas que jamais se poderão esquecer, ao longo dos seus mais de 20 anos de dedicação ao Grupo Desportivo Vilacovense”.

A Dr.ª Andreia Paiva prestou ainda homenagem ao Sr. Mário Mendes Costa, recentemente falecido, um dos fundadores do Grupo e a quem foi prestado, por todos os presentes, um minuto de silêncio.

Por fim, a Presidente do Grupo Desportivo Vilacovense dedicou palavras de agradecimento aos colegas da Direção, "em especial ao Rui pelo seu incondicional apoio” demonstrado ao longo da época, à Câmara Municipal, pelos apoios concedidos, mormente na compra da viatura, à Junta de Freguesia, aos dirigentes da Instituição, aos atletas, ao treinador Rui Mota e ao Miradouro “pela divulgação desportiva e cultural do clube”.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 29 Abril , 2012, 18:07

A linguagem dos críticos de Arte é por vezes incompreensível. Mas não a deslustro. Quem sou eu para tal? O certo é que, para o comum dos mortais (onde muito modestamente me incluo), a Arte que nos é mostrada ou nos sensibiliza ou não. Nas suas várias formas, naquilo que os nossos olhos veem, há sempre o tal clique que nos leva a apreciar ou a discordar. E não há volta a dar-lhe. No caso presente, o Jorge Fernandes transporta-nos para uma sensação da cor e das formas que nos apresenta, que nos faz sentir a plenitude da obra como se estivéssemos perante o próprio modelo. Será porque os locais nos dizem muito? Não creio que seja só isso. Está patente a sua veia artística, o seu enorme talento. E a prova provada são os quadros que desfilam pelos nossos sentidos. Parabéns, amigo Jorge Fernandes. Oxalá continue a ser (por muitos anos) seu incondicional admirador. Um abraço,

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 28 Abril , 2012, 01:24

 

A “Mostra de Lavores e Sabores”, nos três dias em que irá decorrer, está com o seu programa artístico praticamente definido. Assim, na Sexta Feira, dia 25 de Maio, depois da cerimónia de abertura, os visitantes poderão assistir a um bom momento de música tradicional, com a atuação do grupo “Sons e Suadelas” em que imperam concertinas e cavaquinhos.

No Sábado a tarde será preenchida com um “Grupo de Cavaquinhos” e com o Rancho “As Flores de Casal de S. João”. Já a noite conta com a presença da Filarmónica “Pátria Nova” de Coja, que antecederá o grupo “Ensaios da Noite”, um grupo musical composto por instrumentistas de sopro, com um repertório caracterizado pelo ecletismo.

Depois um grande momento de “Fados de Coimbra”, com o grupo “Magana Traditio”, que integra um dos maiores instrumentistas de guitarra de Coimbra: Paulo Soares.

No Domingo atuará a Tuna de Mouronho, antes do Rancho “Malmequeres” da Cerdeira”. A “Mostra” fechará com um mini concerto da nossa “Flor do Alva”.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 26 Abril , 2012, 21:44

 

Este Jorge Fernandes é um caso peculiar. Mesmo curioso. Há uns meses poucos saberíamos quem era. Depois foi-se dando à conversa, primeiro em comentários no “Miradouro” e depois no já nosso indispensável local da cavaqueira do Facebook, uma espécie de “blog”, em boa hora surgido, com o nome “Amigos de Vila Cova”.

 Começa, então, o grande espanto. Jorge Fernandes é pintor e dá-nos a conhecer uma tela em que retrata Vila Cova. Surpresa para muitos, com aplauso e admiração gerais. E não se ficou por aqui. Mais um óleo, outro ainda e já vai no quinto.

“Óleos” que nos regalem o olhar, sempre com motivos da nossa Vila Cova.

Casado, reformado, com os 66 anos de idade, feitos há pouco, Jorge Fernandes tem como local de nascimento a própria Vila Cova. É verdade. Vila Cova de Alva mesmo.

E ainda que tenha deixado a sua terra natal, com cerca de três anos de idade, ao colo dos pais que rumaram, na luta por melhores condições de vida, a outras paragens, o certo é que Jorge Fernandes nunca esqueceu a sua terra de berço. E a prova está à vista. E ainda bem, é o que todos nós temos a dizer. E dizemos mais. Obrigado amigo!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Abril , 2012, 02:50
 

Soavam rumores na madrugada…

 

E ouvia-se “Grândola vila morena”…

Como em canto de alvorada

À liberdade que acena.

 

 Na ponta da carabina sorria

Um sorriso de criança

Em rubro cravo em flor…

 

 Tudo parecia magia,

Assomo de esperança,

Um sonho cheio de cor.

 

 Mas, os anos são madrastos!

Já se reclamam alentos,

Luta à desigualdade!

 

 Por isso, não me furtarei aos lastros,

Que exalam dos teus ventos,

Minha doce Liberdade.

 

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 23 Abril , 2012, 23:22


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 23 Abril , 2012, 16:28

 

Recebi um “mail” enviado pelo Sr. João Augusto Aldeia, com o seguinte texto:

 

"A família Gomes de Loureiro teve grande relevo na vida económica e política de Sesimbra, na segunda metade do século XIX e início do século XX. O patriarca, Joaquim Gomes de Loureiro, era de Vila Cova Sub-Avô, onde foi batizado em 4 de Maio de 1823.

Mas existem outras ligações entre Sesimbra e Vila Cova de Alva: em 1904, quase todo o pessoal jornaleiro da limpeza da vila de Sesimbra - cujos nomes reproduzo abaixo - era originário desta povoação.

Haverá possibilidade de obter mais dados, nomeadamente sobre a família Loureiro?

Obrigado.

Cordiais saudações

João Augusto Aldeia

 

Pessoal empregado na limpeza da vila de Sesimbra, referido na reunião de Câmara de 21 de Janeiro de 1905:

 

 João Maria, capataz, 24 anos, de Vila Cova de Sub-Avô, 600 réis diários

José Fernandes, carroceiro, 30, de Vila Cova de Sub-Avô,  400 réis diários

Acácio da Silva, carroceiro, 19, de Vila Cova de Sub-Avô, 400 réis diários

Guilherme da Costa, carroceiro, 30, de Lourosa, 400 réis diários

Manuel Ferreira, carroceiro, 30, de Outeiro de Castanheira, 400 réis diários

António Ribeiro, varredor, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários

António da Cruz, varredor, 22, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários

António Valente, 23, varredor, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários

António dos Santos, 22, varredor, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários

João Caetano, 23, varredor, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários

José Caetano, 26, varredor, de Vila Cova de Sub-Avô, 360 réis diários”

 

Vou tentar colher informação, até no próprio interesse da história de Vila Cova. Entretanto, peço a leitores, que eventualmente estejam na posse de dados esclarecedores desta situação, que me contactem.

Obrigado,

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 21 Abril , 2012, 09:58

 

 

Estamos a pouco mais de um mês da "Mostra de Lavores e Sabores". A Junta de Freguesia, a organizadora deste acontecimento, que se concretizará na sua terceira edição, tem-se empenhado para que a Feira decorra, no mínimo, com o êxito das anteriores.

As Instituições da Freguesia - de Vila Cova, Casal de S. João e Vinhó – responderam, e outras não poderiam e deveriam ser as suas atitudes, uma vez mais à chamada e são peças fundamentais para que a Feira se realize com o maior sucesso.

À Santa Casa cabe, entre outros apoios que prestará, a organização da noite de fados que ocorrerá no Sábado, dia 26 de Maio.

E o grupo protagonista da sessão de fados deste ano é dos mais representativos dos que são intérpretes do fado de Coimbra. Trata-se do grupo “Magna Traditio”, grupo emblemático do fado de Coimbra, na expressão da sua tradição e modernidade.

Como curiosidade, neste grupo pontifica, sendo o seu principal elemento e o tocador da guitarra coimbrã, Paulo Soares, com vínculos familiares muito marcantes a Vila Cova. Com efeito Paulo Soares é sobrinho de uma carismática figura, nascida em Vila Cova e que em vida nunca deixou de regularmente visitar a sua terra de nascimento. Trata-se do Sr. Padre Assis, que exerceu a sua missão sacerdotal na cidade de Coimbra, com ligações à Casa Episcopal.

Um dado curioso que ainda mais instigará a vinda de vilacovenses a esta “grande noite de fados”, de resto um acontecimento dificilmente repetível em Vila Cova.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Abril , 2012, 19:10

 

O calendário consagra o 18 de Abril como o “dia dos monumentos e sítios”.

Para evocar esta data a Câmara Municipal, através do seu pelouro da cultura, organizou, ontem, um visita guiada aos conventos de Vila Cova e Folques. Daí que Vila Cova tenha recebido um grupo de cerca de quarenta pessoas, muitas de Arganil e Coja, que, conjuntamente com a vereadora do pelouro da cultura, Dr.ª Paula Dinis, usufruíram da oportunidade de conhecer o convento da nossa terra. Houve ainda tempo, apesar de alguma chuva que caía, para um curto passeio até à “Senhora da Graça”.

Muitos lamentos sobre o estado de degradação em que se encontra a Igreja, em especial o abandono em que se depara a sacristia, com quadros magníficos a correrem o risco de serem perdidos.

 

Nunpo Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Abril , 2012, 22:53

 

 

Desde cedo me habituei a olhar Vila Cova de Alva e a considerar que esta localidade é, sem dúvidas, um repositório arquitectónico considerável, único ao nível concelhio que felizmente começa a ser descoberto, divulgado e tratado por quem tem devida competência para o fazer.

Acompanho, através do Miradouro - válido projecto de um homem sereno, mas culto e sensível - as obras que resultam da "elevação" da localidade à rede de Aldeias de Xisto. Com as inerentes dificuldades que as obras acarretam, certamente restará o melhor no seu final, uma vila mais alindada, mais convidativa a quem passa pela estrada nacional e insiste em seguir viagem.

Assim, espero que os vilacovenses possam, queiram e coloquem as mãos à obra para dinamizar a sua terra, "obrigando" as pessoas a descobrir a Vila Cova que as suas ruas escondem. Caso contrário, restarão as ruas empedradas e os passeios para peões...

 

Nuno Mata


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