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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 30 Junho , 2011, 12:48

 

 

Ao longo do último meio século há diferenças substanciais que ocorreram no “modus vivendi“ das populações. Uma delas respeita à facilidade de deslocação das pessoas quando os meios à disposição para alguém se movimentar entre localidades, como o automóvel, se dimensionaram em termos quantitativos e qualitativos. Por outro lado, tanto as circunstâncias de empregabilidade das pessoas, como as próprias condições profissionais são hoje muito diferentes, pelo que os trabalhadores, na sua maioria, ao contrário do que antes sucedia, exercem as profissões noutras localidades que não as da sua residência. Por tudo isto, as relações inter-pessoais e as fontes onde são procurados os recursos, que são os correntes nos quotidianos populacionais, alargaram o âmbito espacial e geográfico de movimentação das pessoas em geral.

Por exemplo, o caso de Vila Cova. A pessoas deslocam-se diariamente para os seus empregos fora da aldeia, deslocam-se para compras, com alguma frequência, ao Dolce Vita  e ao Forum de Coimbra, aos complexos multi-vendas de Eiras e Taveiro, aos Irmãos em Oliveira, ao Lidle e ao Intermarché em Arganil, aos pequenos mercados em Coja. São situações correntes, fazem parte dos hábitos e necessidades das próprias famílias. Mas há mais. Os cuidados de saúde, para além de requisitos de âmbito da Administração e do Estado, impõem deslocações frequentes a Coja, Arganil, Oliveira e Coimbra.

Tudo isto é recorrente, engendrou uma normalidade hábitos e rotinas.

Ora, nestes contextos, localidades há, “para além da nossa”, que ganham uma dimensão na vida de cada um de nós, que faz com que muito do que nelas vai acontecendo nos possa afectar e interessar.    

Coja é, pela sua proximidade e pela recorrência com que a ela nos ligamos, a que mais entre todas nos pode interessar e a que mais visitamos.

Eis uma razão, de todo justificável, para que apresentemos hoje o projecto e planta das obras, de resto já em curso, da zona do Prado em Coja, da autoria do arquiteto Fernando Carvalhais (Vilargus), com a colaboração do arquiteto paisagista Miguel Pinheiro.  

Um espaço que dotará Coja de novas infra-estruturas, como um parque de estacionamento, um campo de jogos, uma cafetaria, zona pedonal aberta ao exercício físico e melhoria paisagística e ambiental.

Novas mais valias para os habitantes de Coja, novas mais valias para todos nós.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 28 Junho , 2011, 22:51

 

Dos estragos causados pelo vendaval de Domingo os de maior monta ocorreram no domínio da agricultura, pelo que, obviamente, no foro dos particulares.

Contudo, no domínio de espaços públicos, a atenção de qualquer passante, que circulasse na direção Coja ou Barril, não deixaria de se prender a uma árvore tombada, em virtude da força dos ventos, no “Miradouro do Entroncamento”.

Passados mais de dois dias os “destroços” permanecem, afetando a usufruição de um dos mais belos miradouros da região e até do país, pela paisagem deslumbrante que proporciona, sendo até aproveitado por muitos viajantes para local de piquenique, dado o seu aprazimento.

Trata-se ainda de um espaço de onde se vislumbra uma das mais emblemáticas vistas de Vila Cova, com a Serra da Estrela por fundo e que é ainda destino de passeatas noturnas, agora que a estrada entre a vila e o local se encontra com luz elétrica, obra que se deve ao actual executivo da Junta.

Pela sua dádiva qualitativa o “Miradouro do Entroncamento” merecerá, por isso, atenção e cuidados permanentes, em especial na sua limpeza e higiene.

Dirigimos por isso um apelo a quem de direito (Câmara ou Junta) no sentido de ser diligenciada a actual limpeza do local.

O próprio muro que semi-circunda o Miradouro precisará de ligeiros arranjos e também de pintura e as mesas e bancos de limpeza que lhes tire as manchas de sujidade.

De resto, pequenas tarefas com despesas insignificantes, que muito se justificam face ao que propiciam em termos de ganhos e benefícios.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 28 Junho , 2011, 20:01

 

Notícia retirada da “Agência Lusa”:

 

"Maria Cavaco Silva defendeu hoje que apesar da crise, as instituições de solidariedade social não devem sofrer cortes financeiros.

A mulher do Presidente da República visitou hoje o Centro de Educação para o Cidadão Deficiente (CECD) de Mira Sintra, numa visita onde encontrou Laura Passos Coelho, mulher do primeiro-ministro, que trabalha nesta instituição.

No final da visita, Maria Cavaco Silva disse aos jornalistas temer que, numa altura de crise, as instituições de solidariedade social, que dão voz aos mais desprotegidos, sejam afetadas por cortes ao nível do financiamento."


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 28 Junho , 2011, 05:35

 

Olá amigo Nuno Espinal.


Lamento os estragos que o mau tempo causou a Vila Cova de Alva. Não presenciei o fenómeno, mas fui testemunha! Vinha de Arganil, passei por Côja e nada fazia prever uma coisa dessa dimensão. Ao chegar à ponte do Barril de Alva achei estranho muitas folhas de plátano no chão, mas só quando cheguei ao cruzamento da estrada dos vales em direcção a Vila Cova é que me apercebi de arvores caidas e de imensas folhas e casca de árvores na via, que mais parecia que tinha por ali passado uma trituradora. Depois de passar o cruzamento para Anceriz, tudo estava normal e tranquilo. A natureza é por vezes estranha e neste caso comtemplou-vos da pior maneira.
O meu abraço solidário aos vilacovenses.
Para o meu amigo Nuno Espinal, aquele abraço.


António Silva (O Rouxinol de Pomares)


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 27 Junho , 2011, 10:45

 

O granizo e o vento que ontem se abateram sobre Vila Cova tiveram consequências na parte final das festividades de S. João. Actuava o grupo de concertinas “Sons da Serra”, que se preparava par iniciar a segunda parte do seu espectáculo, quando, cerca das 6 e meia da tarde, cinco minutos devastadores de tempestade terminaram, praticamente, com os festejos.

À noite, com o palco do recinto inoperacional, face aos estragos provocados, ainda actuou, no Salão da Casa do Povo, o acordeonista Mário Oliveira, que teve uma atuação de grande dignidade e que realçamos e elogiamos.

Contudo, pouca gente acorreu ao fim das festas de S. João, desmotivada por todo o sucedido.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 27 Junho , 2011, 10:34

 

O intenso granizo e as fortes rajadas de vento, que forram sentidas cerca das seis e meia da tarde de ontem, afectaram, sobretudo, as povoações de Vila Cova, Digueifel e Campo, numa linha de progressão com uma largura de cerca de quinhentos metros, no sentido Sul/Norte.

Os estragos provocados são consideráveis na agricultura de economia caseira que é típica da região. Tomateiros, alfaces, árvores de fruta, feijoeiros, oliveiras, videiras e outras produções agrícolas, que são uma ajuda à economia das famílias, apresentam estragos consideráveis, podendo mesmo dizer-se que das suas utilizações nada, ou muito pouco, se aproveita.

Houve ainda telhados com telhas partidas, em especial de casas da zona da Ponte, ou seja no bairro dos carris.

Como é compreensível, este vendaval tem sido tema das conversas dos habitantes das populações afectadas, comentando os mais velhos nunca terem testemunhado um fenómeno com esta dimensão e características.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 26 Junho , 2011, 19:48

 

A festa, hoje, por volta das cinco da tarde,  até começou bem. O apresentador do grupo de concertinas, bem humorado, transmitia vivacidade e o concerto era do agrado do bastante público presente, mau grado o calor que se fazia sentir.

Só que, de repente, eram umas seis e meia, aconteceu o inesperado. Um trovão avisador e uma chuva de pedra que mais parecia de calhaus e um vento de rajadas a arrastar toldos, folhas, e tudo o que pudesse voar.  Claro, no meio de tudo isto um grande susto para toda a gente. “Isto foi um mini tornado”, ouvia-se de alguém. Pese o exagero, é um facto que este vendaval de cerca de cinco minutos foi arrasador. “Coisa como esta nunca vi na vida”, diziam os mais velhos.

Há estragos consideráveis na agricultura, com couves, alfaces, feijão, videiras destruídas e árvores partidas.

Um S. João Batista a ser para sempre recordado.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 26 Junho , 2011, 10:35

 

Um intenso calor neste Sábado (a temperatura chegou aos 40 graus) adiou a sardinhada, com marcação no programa às cinco, para as 7 da tarde. Boa sardinha, ao que disseram, daquela que pinga mesmo no pão, e um saboroso caldo verde.

Veio a noite, o tempo refrescou e o Terreiro do Centro de Dia encheu-se de povo, aprontado para o bailarico com o conjunto de Tondela, “Os Lideres”. Uma banda com uma sonoridade mais modernaça que a da véspera, a motivar muita gente ao bailarico, que obteria o clímax ao som da imprescindível “quem é o pai da criança?”.

Mas vinte e cinco de Junho era dia, em tempos passados, de famosos piqueniques com a população inteirinha reunida nos terrenos da capela do Alqueidão. Perdeu-se a tradição, ainda que um ou outro a continue a invocar, mesmo que fora dos espaços da capela.

Eu estive na Quinta do Sr. Zé carvalho, na Digueifel. Família e amigos em animada confraternização, bem sustentada por boa pinga e suculenta mesa.

E sendo as conversas como as cerejas, falou-se de muita coisa e até da crise. Vêm aí tempos difíceis, é o que, avisadamente, se diz. Pois, não havendo outro remédio, que venham. Sendo assim, amigos, agarremo-nos ao nosso São João e a outros quejandos e bendigamos as suas festarolas já que as podemos eleger como refúgios para mitigarmos dores futuras. Dores que nem tardam aí…

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 25 Junho , 2011, 00:37

"Quermesse", "Comes e Bebes" e "Vozes do Tâmega"...

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 24 Junho , 2011, 19:36

 

 

 

 

 

 

 


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