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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 31 Janeiro , 2011, 21:45

 

Calma! Nada está perdido. Bem longe disso. Ainda há jogos por disputar e a passagem à fase seguinte continua perfeitamente ao alcance.

O encontro de ontem não correu de feição, apesar de a equipa não ter jogado mal. Mas há que dar mérito ao adversário que realizou um bom jogo e tem elementos com valia.

É verdade que o empate seria o resultado que melhor se ajustaria ao desempenho exibido em campo, mas o Alvôco contou com um guarda-redes quase imbatível que negou por duas vezes, com excelentes intervenções, o golo à nossa equipa.

Há que continuar a acreditar e, como diz o povo, por morrer uma andorinha não acaba a Primavera. O próximo é para ganhar!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 31 Janeiro , 2011, 21:14

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 31 Janeiro , 2011, 08:00

Foi-nos entregue, para publicação, o relatório das contas relativas às despesas e receitas apuradas pelos mordomos da Festa de S. João, do ano transacto.

Nem sempre tem sido assim. Daí que louvemos o acto.

Contudo, de acordo com algumas vozes da nossa “praça”, para o relatório poder ser apreciado como de completo rigor, apenas falta a indicação da lista de nomes e montantes doados no peditório.

Foi-nos dito que esta lista será também publicada. Aplaudimos o gesto. De resto, com gente de bem a transparência nunca é escamoteada.

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 30 Janeiro , 2011, 19:19

Apontamento mais tarde.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 30 Janeiro , 2011, 10:16

Prossegue hoje o  Campeonato do Inatel (Coimbra), com um jogo muito importante para as aspirações de duas equipas, nomeadamente o Vilacovense e o Alvoco, que estão separados, na classificação por apenas um ponto, ocupando respetivamente o primeiro e segundo lugares.

O Alvoco das Várzeas, contudo, tem um jogo a menos, já que folgou na última jornada.

O jogo será disputado no campo do Vilacovense a partir das 15 horas.

 

 

Equipas

P

J

V

E

D

GM

GS

DG

Vilacovense

17

8

5

2

1

18

7

11

Alvoco Várzeas

16

7

5

1

1

15

9

6

Bobadela

13

7

4

1

2

11

8

3

Vila do Mato

11

8

3

2

3

14

8

6

S. Gião

10

8

3

1

4

12

15

-3

Vasco da Gama

7

8

2

1

5

8

17

-9

St. António Alva

2

8

0

2

6

6

20

-14

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 28 Janeiro , 2011, 17:37

 

Sensacionalmente o orgulhosamente, para nós vilacovenses, a nossa Igreja Matriz, através de uma portaria do Ministério da Cultura, publicada no Diário da República de 27 de Janeiro, é classificada como “monumento de interesse público”, o que lhe granjeia, ao que se espera, de futuras prorrogativas, que contribuirão para a sua defesa e recuperação face à sua actual degradação.

Lamentavelmente a Fábrica da Igreja pouco ou mesmo nada tem feito para inverter este processo de degradação.

Vamos acreditar que, através de outras entidades, a Igreja Matriz virá a ter a atenção que merece, como monumento de valor histórico, artístico, cultural e religioso.

Damos a conhecer aos nossos leitores o texto da Portaria, que nos foi enviado pela Drª Margarida Simões (Olá Guida, um beijo e um muito obrigado), na parte relativa à nossa Igreja Matriz:   

 

Gabinete do Secretário de Estado da Cultura

 

Portaria n.º 257/2011

 

A presente portaria procede à classificação, como monumentos de interesse público, da Igreja Matriz de Vila Cova do Alva no concelho de Arganil,

 /…/.

De acordo com os critérios e os pressupostos de classificação previstos na Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, que estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização cultural, os bens imóveis possuidores de um relevante interesse cultural, nomeadamente, histórico e arquitectónico, que agora se pretendem classificar, revestem-se de interesse público exigindo a respectiva protecção e valorização, atendendo ao valor patrimonial e cultural de significado para o País, reflectindo valores de memória.

Assim, tendo em conta a necessidade de assegurar medidas especiais sobre o património cultural nacional, no quadro da obrigação do Estado de proteger e valorizar esse mesmo património cultural, o Governo entende que os bens a classificar através desta portaria devem ser objecto de especial protecção.

A Igreja Matriz de Vila Cova do Alva, dedicada a Nossa Senhora da Natividade, cuja fachada principal, datada de 1712, constitui um bom exemplar a nível da arquitectura regional da época barroca, e corresponde, no essencial, à data da construção do imóvel, que se mantém, de forma geral, inalterado.

/…/.

Foram cumpridos os procedimentos de audição de todos os interessados previstos no artigo 27.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, bem como nos artigos 100.º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo e efectuadas as consultas públicas previstas no Decreto-Lei n.º 181/70, de 28 de Abril.

Assim:

Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 15.º, no artigo 18.º, no n.º 2 do artigo 28.º, no n.º 2 do artigo 43.º, todos da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, e ainda do n.º 1 do artigo 78.º do Decreto -Lei n.º 309/2009, de 23 de Outubro, bem como do n.º 16 do artigo 3.º do Decreto–Lei n.º 321/2009, de 11 de Dezembro, e no uso das competências delegadas pela Ministra da Cultura, através do despacho n.º 431/2010, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 4, de 7 de Janeiro de 2010, manda o Governo, pelo Secretário de Estado da Cultura, o seguinte:

Artigo 1.º

Classificação:

São classificados, como monumento de interesse público (MIP), os bens imóveis a seguir identificados:

a) A Igreja Matriz de Vila Cova do Alva, na freguesia de Vila Cova do Alva, concelho de Arganil, distrito de Coimbra, cuja fundamentação para a classificação consta do anexo I à presente portaria, da qual faz parte integrante;

/…/

Zona especial de protecção:

a) É fixada a zona especial de protecção (ZEP) da Igreja Matriz de Vila Cova do Alva, identificada na alínea a) do artigo anterior, conforme planta de delimitação constante do anexo IV à presente portaria, da qual faz parte integrante;

/…/

18 de Janeiro de 2011. — O Secretário de Estado da Cultura, Elísio Costa Santos Summavielle.

 

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 27 de Janeiro de 2011 5439

 

ANEXO I

 

A Igreja Matriz de Vila Cova do Alva, dedicada a Nossa Senhora da Natividade, é rodeada por um adro com um cruzeiro ao lado direito, sobranceiro ao Largo do Engenheiro António Silvestre A. Leitão, localiza -se no topo de uma pequena colina, no extremo sul da antiquíssima povoação.

Este templo certamente contribuiu para o desenvolvimento do agregado populacional quinhentista, nesta zona hoje abrangida pelo casario, onde não se registam situações construtivas descaracterizadoras de relevo. 

A fachada principal, datada de 1712, constitui um bom exemplar a nível da arquitectura regional da época barroca, e corresponde, no essencial, à data da construção do imóvel, que se mantém, de forma geral, inalterado. Apresenta um portal de vão rectangular, rematado por frontão encimado pela esfera armilar e ladeado de volutas, interrompido por um alto nicho com a imagem da padroeira.

Encimando todo o conjunto, a linha da empena é interrompida por uma placa decorativa com uma inscrição, onde assenta a cruz central, entre volutas, e em cuja base está insculpida a referida data. Ao lado esquerdo, um pouco recuada, fica a torre sineira.

No interior, destacam -se os retábulos da capela -mor e os colaterais, bem como ainda os das capelas abertas no corpo da igreja, todos da primeira metade do século XVIII, em talha dourada e policromada, de colunas torsas e com pâmpanos. São ainda de salientar os caixotões em madeira pintada da cobertura da capela -mor e da nave, setecentistas, com grutescos e com cenas hagiológicas, respectivamente. O púlpito, na parede lateral esquerda, sobre mísula de pedra, trabalhada com motivos vegetalistas, possui balaustrada em madeira e pequeno dossel do mesmo material.

A zona especial de protecção, que teve em conta a realidade local, nomeadamente a importância desta povoação, patente, quer na existência de casas antigas brasonadas quer nos sinais ainda visíveis da época quinhentista, nas vergas manuelinas de muitas portas e janelas, bem como os «pontos de vista», constitui a moldura de enquadramento visual da paisagem em que o imóvel se insere, tendo em conta a sua implantação.

A relação da igreja, classificada como monumento de interesse público, com a envolvente paisagística, encontra -se devidamente preservada pela fixação da zona especial de protecção.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 27 Janeiro , 2011, 15:34

 

E pronto! Desde há dias que a “ribeira”, no espaço urbano de Vila Cova, deixou de se mostrar a céu aberto. Em total contraste com o que foi até 1934. Até então percorria por inteirinho sem se esconder, em diagonal, toda a nossa Vila Cova, restando dessa sua condição uma ou outra imagem, na sua passagem junto ao Pelourinho, na Praça, como a representada em tela pela pincelada de José Contente (pintor de Coimbra).

Questões de salubridade e imperativos circunstanciais ditaram o subtérreo da “ribeira” em Vila Cova.

E já agora, de águas e resíduos falando, aqui fica uma questão. E a ETAR? Para quando a sua resolução? É que prometida está. Aguardamos-lhe o cumprimento.  

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 26 Janeiro , 2011, 09:50

Quanto eu não vibrei com Eusébio! E ainda hoje vibro. Ontem, na homenagem a que a RTP se associou, continuei a emocionar-me com as jogadas e golos do “pantera”, grande ídolo da minha juventude.

Nunca fui do Benfica, sempre a Briosa, desde pequenito, foi o meu exclusivo clube. Mas nesse tempo era benfiquista se o Benfica se confrontava com estrangeiros. Como do Porto ou do Sporting ou de outro qualquer.

Hoje já não é tanto assim. As trapalhadas, as vigarices, os protecionismos de que beneficiam os “grandes” alteraram o sentido dos meus sentimentos relativamente a esses clubes, os chamados “grandes”. Abomino os “Pintos das Costas” que manietam a seu bel-prazer e “imunes” a verdade e a equidade desportivas.

O futebol, em Portugal, está podre.  

Por isso guardo dos tempos de Eusébio recordações. Tudo perfeito, tudo transparente? Claro que não. Uma ou outra batotice há que o aceitar. Mas batotices circunstanciais, longe de constituírem o sistema.

Recordei ontem Eusébio, repito, com emoção. A sua simplicidade, entrega, força atlética, recorte técnico, os seus golos, as suas fintas, estoicismo, espírito desportivo. Alguém o viu alguma vez simular uma grande penalidade?

E até ouço o nosso saudoso Diamantino (o Mete Mete), na sua inconfundível gaguez e no seu benfiquismo inconfundível, apregoar com toda a convicção. Eusébio?  É o mái…mái…máior.

E será sempre.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 25 Janeiro , 2011, 11:01

Reagindo a um apontamento meu, publicado há dias sobres as mimosas, Abílio Pereira questiona na página do Facebook do Miradouro: Perversas as mimosas? Para uns talvez, para outros sagradas.

De facto, as mimosas (acácias) são, na interpretação bíblica, uma árvore com simbologia e conceituada no domínio do sagrado. Mas, não deixando de lhe reconhecer esta condição, trata-se tão só de um mero artificialismo, algo que provem de uma criação interventora do Homem.  

Aquilo que é a realidade marcante ressalta, sobre as mimosas, da sua característica de árvore invasora e resistente, com uma facilidade de propagação impar. Por outro lado, no domínio da afectação dos sentidos, a mimosa é de uma beleza cativante, em especial quando na sua fase de floração. Daí a sua perversidade.

Mas esta evocação do sagrado por parte de Abílio Pereira, leva-me a uma imagem que registei em foto, obtida no último 24 de Junho em Vila Cova. Numas janelas de uma casa da Rua Direita, quando passava a procissão de S. João, deparei com duas colchas estendidas em saudação ao cortejo, numa manifestação de religiosidade e exaltação do sagrado. Na parte superior de uma das janelas uma bandeira de Portugal. É que nessa altura a nossa selecção disputava o Mundial na África do Sul e de acordo com a velha sugestão “scolariana” esta era uma prática de saudar a equipa nacional e exaltar o espírito nacionalista.

Da simbologia desta exposição do sagrado e do profano poder-se-ia sacar esta conclusão: eis-nos na representação de uma prece dirigida ao S. João para que intercedesse pela nossa selecção. Se assim foi, a coisa parece não ter resultado. Os “nuestros vecinos” bem fintaram as prováveis intenções do santo.  

E venha então a moral da história: Nem sempre o poder do sagrado corresponde ao melhor dos desejos profanos. Afinal, caro Abílio, como no caso das mimosas…

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 23 Janeiro , 2011, 20:56

Francisco Lopes, natural de Vinhó, só por uns escassos 13 votos não ganhou na nossa freguesia. Dos 483 inscritos votaram 269 eleitores, sendo o candidato mais votado Cavaco Silva com 119 votos. Francisco Lopes obteve 106 votos, Manuel Alegre 29, Fernando Nobre 7 e José Coelho 2.

 

Nuno Espinal


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