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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 30 Setembro , 2008, 07:51

 

Apresentamos, a partir de hoje, os “vilacovenses” que vão ser entronizados como novos membros da Confraria do Bucho de Arganil.

 

 

Isabel Maria Neves Madeira:
 
É filha de um vilacovense, intensamente apaixonado por Vila Cova - Mário Madeira e de uma serrana que adoptou Vila Cova e a escolheu para última morada - Delfina Madeira.
É mãe da Joana e avó do Afonso – o mais fantástico do mundo, segundo ela própria diz.
O mar, a poesia e a música tem-nos como os “gostos maiores”.
É licenciada em Filologia Germânica, auditora de Defesa Nacional e o seu percurso profissional esteve sempre ligado à Administração Pública.
Está actualmente a desempenhar o cargo de Directora de Serviços de  Saúde e Assuntos Sociais no Ministério da Defesa Nacional.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 29 Setembro , 2008, 14:47

Ficamos felizes por comemorar um aniversário. E mais felizes ainda quando comemoramos dois aniversários. Cantámos os Parabéns e saboreámos em dobrado o bolo de anos.

Parabéns á Maria Susete Neves (51 anos) e ao Luis Coelho Batista , conhecido por Manjerico (71 anos).


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 29 Setembro , 2008, 08:41

Ontem, Domingo...

 A Flor do Alva, estrada abaixo, em direcção à Ponte…

 

 Concerto junto ao Alva.

 
 
 
Fotos: Zé Santos

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 28 Setembro , 2008, 00:56

 

Amanhã vou viajar até Vila Cova. E desta vez, e bem tenho feito por isso, julgo-me munido da mentalização necessária, a de que bem preciso, para evitar habituais desmandos. A ver vamos os resultados, ou seja, a ver vamos se resistirei às diabólicas tentações. Vai ser difícil, confesso. É que sou, por natureza e princípio, um hedónico e, enquanto tal, pelo-me por momentos de bom prazer.
É que…
Vila Cova, em termos gastronómicos, é para mim um estalo de boca. Mas é também um problema. Até mais, uma desgraça. Engordo sempre uns quilos. São almoços, patuscadas e por aí fora, lautos enfardanços que me deixam atestado por infindáveis horas.
Só que agora, uns dias em Lisboa, e fui metralhado por informação que baste, para que os meus medos, os hipocondríacos, me assaltassem e me tomassem de pavor. Colesterol, tensão arterial, doenças coronárias e coisas mais de assustar. Por isso, estou decidido, a partir de agora só dietas, das mediterrânicas, guerra total aos excessos e erros da gula. Acabaram-se as farras…
 
Toca o telemóvel. É alguém de Vila Cova: “Sim vou amanhã para aí… A essa hora conto já aí estar…uma patuscada? Eh pá, é que eu…Ok, contem comigo…
 
 
Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 26 Setembro , 2008, 23:59

 

Há dias, no Miradouro, podia-se ler que os habitantes do chamado “Lugar da Ponte” ou “Bairro dos Carrizes”, ainda que com os pés em área de jurisdição alheia, têm todos o coração de um só lado. Do lado da sua Vila Cova de Alva.
Pois é a eles que a “Flor do Alva” vai levar o seu perfume no próximo Domingo, percorrendo ruas daquele pequeno povoado e finalizando com um concerto que será pretexto de uma boa confraternização.  
Vamos todos até lá.
 
 
 
Notícia: Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 26 Setembro , 2008, 23:29

Diário As Beiras em 15/9

 

 

Diário As Beiras em 26/9

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 26 Setembro , 2008, 01:44

 

 

 

A Igreja do Convento, por razões que se conhecem, tem sido, nos últimos dias, motivo de conversas, do chamado falatório.
Curiosamente, ao longo da sua história, tem sido fonte de alguns conflitos, polémicas e diferendos, resultantes, principalmente, de manifestações e reivindicações sobre a posse de seus bens e espaços.
Acontece até que um desses diferendos acabou por contribuir para que um elemento novo fosse acrescentado ao seu próprio complexo arquitectónico: a escadaria que nos conduz do corpo da Igreja ao Coro. Mas vamos à história.
 
Inicialmente, e foi sempre assim no tempo dos frades, o único acesso ao Coro era feito por uma porta de serventia com o edifício conventual, ou seja a Igreja não tinha qualquer ligação directa ao Coro. Quando o edifício e a Igreja passaram a ter proprietários diferentes (a Igreja na posse da Santa Casa de Misericórdia e o edifício pertença de privados) gerou-se, cerca de 1883, entre estas partes, um conflito, resultante do não cumprimento de um acordo firmado. Com efeito, o proprietário, àquela data, do edifício do convento, Dr. Alexandre de Cupertino, entre outros desrespeitos de cláusulas de um acordo a que seu pai, Conselheiro José Cupertino, entretanto já falecido, tinha acedido, criou dificuldades ao livre-trânsito para o Coro a eclesiásticos, músicos e membros da Mesa da Santa Casa, contrariando o que estava estabelecido no Acordo.
A situação criada levou a que a Mesa da Misericórdia, para acabar de vez com o problema, resolvesse construir uma escadaria que permitisse o acesso directo entre Igreja e Coro. E assim foi feito. A escadaria lá está, escavada numa das largas paredes do templo.
 
Nuno Espinal
Foto: Silvino Lopes
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 25 Setembro , 2008, 00:39

 

São jovens e todos eles componentes da Filarmónica Flor do Alva. E, por partilharem a paixão pela música, quiseram dar um passo mais e não hesitaram. Responderam à sugestão de um deles e eis que se agruparam em grupo coral e instrumental. Estrearam-se, com grande êxito, no acompanhamento musical da Missa da Padroeira da Terra, em 14 de Setembro, a ponto de receberem, no final do Acto Litúrgico, muitos elogios e uma grande ovação. Ganharam confiança e já estão dispostos a subir mais um patamar. Vão participar na Entronização do III Capítulo da Confraria. Sabem que é uma responsabilidade, tanto mais que representam a terra e vão ser olhados e ouvidos por muita “gente de fora”, mas empenhados que são sentem que vão triunfar.  
É um facto que muito do seu êxito devem-no ao seu Maestro, o Maestro Ricardo Calado.
Maestro que já tem na pauta as peças musicais que vão ser interpretadas: o famosíssimo “Hino da Alegria” e o ”Quinto Império”, uma das mais belas músicas do cancioneiro musical português, escrita pelo cantor Vitorino.
Eu, por mim, não tenho dúvidas que vai ser êxito garantido. E que este grupo de jovens vai ser um importante contributo para que o slogan “Vila Cova Vai Brilhar” seja plenamente confirmado.   
 
 
Nunop Espinal       

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 25 Setembro , 2008, 00:15

 

Com o título “Episcopado não autoriza entronização de confrades no convento de Vila Cova de Alva” o Diário As Beiras, em artigo assinado por Lurdes Gonçalves, transcreve quase na íntegra a peça que o Miradouro publicou no último Domingo sobre aquele assunto.
Na sequência das informações prestadas pelo Miradouro, O Diário As Beiras acabou por contactar dirigentes da Confraria que, no entanto, segundo aquele diário, não quiseram prestar declarações, ainda que tenham garantido que a “cerimónia irá realizar-se na data anunciada e, caso não possa decorrer na Igreja do Convento, terá lugar num outro espaço”.
 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 24 Setembro , 2008, 00:22

 

Quero acreditar que não. Que o que para aí dizem até nem é verdade. Como, por exemplo, que uns são filhos de Deus e outros…
Repito, quero acreditar que não.  E que para aqui, para a banda de Vinhó, a estrada vai ser tal e qual como a que usufruem os nossos amigos de Casal de S. João. Sem buracos, sem pedregulhos.
É que os nossos carros também têm pneus, suspensões e outras coisas mais, tal como um qualquer outro carro. E que os nossos ossos, os nossos ricos e doridos ossos, já é tempo de merecerem um poucochinho de consideração, de deixarem de ser tão castigados.
E eu apesar de ser vítima, quase diária, de tamanha monstruosidade, que é esta coisa que ainda é tida pelo nome de estrada, eu torno a afirmar e a repetir que quero acreditar que não…ou, melhor, que sim…que homens e máquinas não tardam a surgir por aí.
 
 
Manuela Antunes

 

 


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