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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 31 Janeiro , 2008, 21:45

Um ou outro, dos nossos amigos do Centro de Dia, lá se trajou a preceito, com os habituais motivos carnavalescos. Depois rumaram todos até à Cerdeira, onde os esperava um convívio e muita animação. E lá se cumpriu o típico procedimento desta época, a Festa de Carnaval, para as IPSS(s) do Concelho.
Desta vez até houve fado. Ou melhor, fados de Coimbra e Lisboa pelo grupo “Porta Larga”.
E, claro, podia lá faltar, o imprescindível bailarico, com animação do Sr. Basílio.
Para o ano a dança segue. Mas este ano a festa, pelo menos para os de Vila Cova, ainda não acabou. O cortejo de Domingo promete!
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 31 Janeiro , 2008, 21:10

 

Há cerca de 1 ano, o muro que dá para o terreiro do Centro de Dia e suporta o caminho de acesso ao portão da Quinta do Pinheiral ruiu. Hoje os serviços da Câmara iniciaram as obras de reparação, já que o muro em causa pertence à sua jurisdição.
Ainda bem. As chuvas, que ainda hão-de vir em quantidade (assim se espera), poderiam fazer ruir mais terreno, o que impediria por completo o acesso, por carro, àquela Quinta.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Janeiro , 2008, 23:23

 

A foto irradia ternura. Muita ternura. E foi tirada num dia lindo. O dia de aniversário do Sr. Silvino Martins. São 86 anos, feitos hoje, grande parte deles vividos sempre ao lado da esposa, a Dª Arminda de Jesus.
Parabéns Sr. Silvino, Parabéns Dª Arminda.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Janeiro , 2008, 22:59

Retirado do "Princesa do Alva"

 

 

No próximo dia 10 de Fevereiro, Coja vai ser o palco de um Encontro das Irmandades do Arciprestado de Arganil [Irmandade de Góis, Irmandades de Bordeiro, Paradela, S. Martinho da Cortiça, Sarzedo, Pombeiro da Beira, Arganil, Folques, Barril de Alva, Vila Cova de Alva, Vinhó, Cerdeira, Benfeita, Pardieiros, Pisão, Coja, Pomares e Moura da Serra.]
Do programa desta iniciativa consta, a partir das 14h30, a chegada junto ao Pavilhão Gimnodesportivo, seguindo-se o tempo de reflexão e diálogo, orientado por um sacerdote da Escola de leigos da Diocese.
Após a celebração da Eucaristia, haverá um lanche convívio para todos os presentes.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 30 Janeiro , 2008, 21:56

 

Aleluia! As obras de reparação da estrada Cruzamento dos Vales/Capela Casal de S. João/Portelinha já estão em marcha.
Já não era sem tempo, mas, como diz o velho ditado, antes tarde do que nunca.
Ainda recentemente trouxemos à praça a situação.
Hoje, manda-nos a ética que saudemos o acontecimento.
Faltam agora as obras da Estrada Casal de S. João/Vinhó. Sabemos que estão orçamentadas, pelo que as prevemos para breve. Oxalá. 
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 29 Janeiro , 2008, 23:38
Eis um rol de alcunhas de Vila Cova. Alcunhas surgidas por razões variadas, maioritariamente de raiz comportamental. 
Diz o antropólogo Francisco Martins Ramos que “as alcunhas comportamentais são as mais ricas de conteúdo, pelos sentimentos, sanções, excentricidades e códigos que traduzem”.
Maldade a alcunha? Por vezes sim. Mas acima de tudo um “exercício de vertente artística, lúdica.”
Ah! E já agora, diz ainda o Professor: “rejeitar uma alcunha é contribuir para a sua consolidação e divulgação”.
Eu, por mim até admito que possa herdar a de meu avô. É que as alcunhas também se herdam e ganham-se por empréstimo de pais, avós, maridos, etc. O meu avô era o Quinzinho Petas.
Mas Petas porquê? Se alguém o souber...
 
 Alfacinha de Estufa
Álvaro Cunhal
Azia
Babeia
Barras
Botelha
Bravo
Canastreiro
Canetas
Canudo
Capacha
Catrapila
Chalana
Chamiço
Chapeleiro
Chiça Cão
Chouriça
Cunetas
Cu Redondo
Dr. Galochas
Escaravelho
Espingarda
Figo
Fula
Francês
Gita
Juíz
Latadas
Linhas
Má Cara
Maluco do Riso
Manduca
Manjerico
Matacão
Maximba
Menino Jesus
Melro
Merendas
Mete-Mete
Metro e Vinte
Migalhas
Mula
Padeira
Panelo
Pardal
Pato
Patraco
Pau de Chocolate
Peneiras
Peseiro
Petas
Pingalim
PiorrasPreguiça
 
Nuno Espinal escreveu o texto
Carla Marques recolheu as alcunhas

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 29 Janeiro , 2008, 21:41

 

Chama-se Diamantino Santos Simões e fez hoje 77 anos. O seu dia a dia passa-o no Centro de Dia, entregue a um quase absoluto mutismo. Mas ainda o recordamos, por vezes bem efusivo, quando se embrenhava na ansiedade que os relatos de futebol do seu Benfica lhe provocavam. Hoje, do Benfica, já nem quer saber. A vida é isto. Fase após fase e as diferenças a marcarem-na.
Parabéns Sr. Diamantino.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 29 Janeiro , 2008, 00:00

Na nossa procura de referências sobre o passado de Vila Cova, deparamos com mais um apontamento sobre o achamento da “Fonte dos Passarinhos”, publicado numa Comarca de Arganil de Agosto de 1924 que, com o título “Uma fonte que apareceu… por milagre”, reza assim:
 
Informações que temos por seguras dizem-nos que junto à povoação de Vila Cova, deste concelho, numa ribanceira que ali há entre a estrada nova e o rio Alva, apareceu, há dias, uma nascente d’água que deixou maravilhados todos os habitantes daquela importante povoação.
Foi o caso que andando ali dois rapazitos, entretidos com qualquer passatempo, sentiram a certa altura fugir-lhes o terreno debaixo dos pés, vendo logo aparecer, acto contínuo, um ténue fio d’água no lugar onde o terreno se tinha deslocado.
Sabido o caso na povoação, acudiram ao local várias pessoas que, munidas de ferramentas, trataram de fazer a verdadeira pesquisa, estando hoje ali a correr, segundo nos dizem, uma nascente regular, com grande regozijo (e é para isso) de toda a povoação.
Pode dizer-se que em boa hora para ali foram os dois rapazitos.
 
Este curto artigo aqui transcrito nunca teve, por certo, intenções proféticas e, ainda que as tivesse, dificilmente suporia, julgamos nós, que o breve filão encontrado se transformaria, anos mais tarde, no recanto acolhedor de hoje, um recanto aprazível, paisagístico, romântico e até poético.
 
Mas se o lugar tem lastro poético o que não lembraria a ninguém é que fosse também causa de inspiração bem mais prosaica. Pois é. É mesmo o que aconteceu quando o vilacovense, Sr. Saul Ribeiro, decidiu baptizar a empresa de táxis de que é sócio com o nome “Fonte dos Passarinhos”.
 
Parafraseando o saudoso Fernando Pessa, é caso para dizer: “E esta hein!?...” 
 
Já agora, felicidades Sr. Saul Ribeiro, felicidades que estendemos à sua esposa, a também vilacovense, Dª Elizabete Lourenço Ribeiro.
 
 
 
Nuno Espinal/Palmira Barreiras/Carla Marques

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 28 Janeiro , 2008, 23:56
Caro Nuno
 
Foi com curiosidade que li o artigo sobre a origem da Fonte dos Passarinhos. Confesso que não fazia a mínima ideia e imagino que poucos a conhecerão. Ao ler o artigo, não pude deixar de me recordar o quanto o meu saudoso Pai gostava daquele recanto. Chegava ao ponto de, no seu mês de férias, Setembro, organizar um grupo de voluntários para fazer a limpeza do recinto (fazia o mesmo na Fonte de Stª Teresa). Mas não é tudo: no dia do regresso a Lisboa fazia questão de trazer alguns garrafões daquela água. Para ele, e não só, o bacalhau com batatas e couves de Vila Cova, tudo cozido com água da Fonte dos Passarinhos, era um verdadeiro "manjar dos Deuses".
/…/

Antero Madeira.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 28 Janeiro , 2008, 00:21
A Fonte dos Passarinhos é uma verdadeira referência e até ex-libris de Vila Cova. Lugar apetecido dos vilacovenses, é itinerário obrigatório para quem a nossa terra, pela primeira vez, visita. Torna-se, assim, um lugar de todos conhecido e memorizado pelos que, espacial e temporalmente afastados, procuram de Vila Cova recordações de afectos, imagens e sabores.
O que quase ninguém saberá é sobre a origem daquele tão aprazível recanto. Pois bem! É precisamente sobre o surgimento da Fonte dos Passarinhos que vamos transcrever dois deliciosos apontamentos, publicados, em datas muito próximas, na Comarca de Arganil. Corria o ano (vejam só) de 1924. Nesse ano, pela lei nº 1639 de 25 de Julho a povoação do Barril era desanexada da freguesia de Vila Cova que, por sua vez, deixava de ser de Sub-Avô para passar a denominar-se Vila Cova de Alva.
 
Eis os “escritos” da Comarca, o primeiro, de um correspondente do Sarzedo, publicado em 18 de Setembro daquele ano de 1924:
 
Lembrem-se todos desta verdade: “Nosso Senhor nunca criou quem desamparasse”. Como sabem o Barril desprendeu-se, há pouco, de Vila Cova, constituindo uma freguesia à parte. Querem saber como o Divino Pai do Céu recompensou a povoação de Vila Cova do prejuízo sofrido? Num destes dias fez-lhe “arrebentar” mesmo junto da povoação, uma nascente d’água pura, fresca, cristalina, que causou a alegria e a admiração de toda aquela gente, que há tanto tempo anda a pedir uma fonte, sem ninguém a ouvir. Olhem que isto não é pêta: ouvimo-lo a pessoas que nos merecem confiança. Ora, quem neste tempo dá água e água boa…já é amigo a valer. Se há povoações que estão na graça de Deus, Vila Cova é uma delas. Não “arrebentar” assim uma fonte no Sarzedo meninos! Nós já não queríamos que fosse mesmo junto da povoação: bastava que ela “arrebentasse” ali para o cimo do Estragado, que todos nós lá íamos buscá-la.
Uma nascente d’água fresca nesta altura! É a felicidade da terra! Parabéns, santa gente de Vila Cova! Muitos parabéns!
 
Ora, na Comarca seguinte escrevia assim o correspondente (seria o Trovão?) de Vila Cova:
 
Costuma dizer-se que “santos do pé da porta não fazem milagres” e é bem verdade. Leram a correspondência do Sarzedo datada de 18 do corrente que dizia que a nossa fonte tinha “arrebentado”? Pois é verdade, “arrebentou” e muito bem, principalmente nesta época, em que todos aqui estávamos lutando com tanta falta dágua. Podemos todos levantar muitas vezes as mãos ao Redentor pela grande graça que nos concedeu. Tomara o ilustre Zé Pereira que lá no seu Sarzedo lhe aparecesse uma “buraquinha” como a que nós agora temos ali. Aí não brinca. E muito obrigadinho pelos justificados parabéns que nos deu, sim? A água é puríssima, fresquinha e em abundância. A donas de casa andam contentíssimas por já terem água para gastos das suas casas. E o caso é para isso. A nossa nova fonte é junto da serventia da Datão e já a crismaram uns de Fonte dos Passarinhos, outros de Fonte da Telha e outros de Fonte dos Amores.
 
 
 
 
Nuno Espinal/Palmira Barreiras
 

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