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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 21:13

 

Chegaram a 30 de Julho, vindos de Setúbal. São cerca de 50 escuteiros, pertencem à Paróquia de S. Paulo e estão encantados com o local onde vão estar acampados até 7 de Agosto. Nem mais nem menos que bem junto ao rio, na Várzea da Vila.
 
Claro, como bons escuteiros distribuem as tarefas diárias e nenhum deles as recusa, seja rapaz, seja rapariga, desde os mais novos com 6 anos até aos mais velhos com 17.
 
Mas ainda lhes sobra tempo para muitas coisas como jogos, canoagem e passeios em itinerários da serra. E até para um “Fogo de Conselho”, uma espécie de récita, onde exibem dotes artísticos na área do canto da música e do teatro.
 
Boa estadia e voltem sempre.
 
 
 
 
 
 
Nuno Espinal/Carla Marques

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 16:31
 
 
Hospital de Cuidados Continuados já entrou em funcionamento
Pretende afirmar-se como unidade de referência ao nível dos cuidados continuados. Falamos do Hospital Dr. Fernando Vale, um projecto da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, que entrou agora em funcionamento

Inaugurado em Novembro do ano passado, o Hospital de Cuidados Continuados Dr. Fernando Vale, da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, entrou em funcionamento em meados do corrente mês. Segundo Nuno Gomes, o tempo que medeou entre a inauguração desta unidade de acamados e a sua entrada em funcionamento deveu-se apenas à espera pela assinatura dos protocolos entre as entidades prestadoras de serviços e o Estado que entretanto foram definidas.
Com capacidade para 24 utentes, por enquanto são sete os que se encontram instalados naquela infra-estrutura, porém, o director-geral da Santa Casa da Misericórdia de Arganil espera que até ao próximo mês a capacidade desta infra-estrutura seja atingida na totalidade. De momento os doentes ali acomodados são oriundos de concelhos relativamente próximos, como Góis, Lousã, Penacova, Miranda do Corvo, Aveiro e mesmo de Arganil, no entanto, e porque esta unidade se encontra inserida na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, pode acolher utentes oriundos de qualquer ponto do país, estando as admissões desses mesmos doentes a cargo da ECL - Equipa Coordenadora Local, sedeada na Lousã.
«A admissão de utentes depende da ECL e não directamente da Santa Casa, que é a entidade prestadora de serviços, e, como tal, recebe o utente e presta os serviços programados no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados», reafirma Nuno Gomes ao nosso Jornal. Os critérios para efectuar essa triagem são «pré-definidos em regulamento e legislação próprios, sendo que um dos critérios preferenciais é a área de proveniência», explica o director-geral da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, acrescentando que «actualmente está a dar-se preferência à região onde se localiza a unidade de cuidados continuados, mas pode receber utentes de qualquer ponto do país». A unidade conta com duas tipologias de internamento, para as quais existem 12 camas disponíveis, nomeadamente de média duração e reabilitação, um período que vai até 90 dias e de longa duração, um período superior a 90 dias.
Nuno Gomes explica-nos que a tipologia de internamento de média duração e reabilitação está vocacionada para «uma transição do paciente com grandes perspectivas de regresso à sua residência habitual», e por seu lado a de longa duração, muito embora não seja para «manter indefinidamente o doente internado», a sua estadia «está um pouco dependente da sua situação, em termos de autonomia no futuro». De acordo com aquele responsável, geralmente quem se insere nesta tipologia são cidadãos «mais idosos que muitas vezes têm o seu regresso a casa condicionado pela ausência de condições habitacionais face à patologia que naquele momento detêm».

Mais-valia para Arganil
e para a região

Refira-se que esta infra-estrutura criou 10 postos de trabalho directos e outros 10 indirectos, equipa definida por Nuno Gomes como tendo um «perfil jovem, dinâmico, sem esquecer a presença de elementos com grande experiência local». O investimento em equipamento também foi «considerável» e segundo o técnico superior de Serviço Social «continuará a verificar-se, à medida em que a experiência resultante do funcionamento da estrutura venha a identificar novas necessidades nessa matéria».
Para o director-geral da Santa Casa da Misericórdia, a abertura desta unidade para o concelho de Arganil «tem um impacto significativo, não só pela criação de postos de trabalho, como também como promotor do desenvolvimento local e como valorizador da imagem do concelho», algo que no entender de Nuno Gomes, «é significativo nos tempos que correm, em que assistimos a reformas em todos os sectores de actividade do Estado».
Por outro lado, enfatiza ainda, «é uma mais-valia também para a região, na medida em que contribui para a fixação de recursos humanos especializados e promove uma coesão do interior do país, num momento em que assistimos a uma desertificação dos concelhos do interior». Além disso, acrescenta ainda Gomes, «também surge enquadrada numa política nacional de reforma de áreas de intervenção do Estado, contando Arganil com este pólo associado ao Centro de Saúde que já existe».
Por tudo isto, Nuno Gomes mostra-se confiante que o concelho «terá todos os motivos para se orgulhar de ter aqui uma unidade destas a funcionar», afirmando que o desejo da instituição é «que venha a ser um pólo de referência pela qualidade na Rede Nacional de Cuidados Continuados». Além disso e enquanto «elemento que integra os quadros da Santa Casa», o director-geral espera que esta unidade «venha a ser um sucesso e a valorizar o concelho». Por outro lado espera que «venha também contribuir para o desenvolvimento local e nacional, que seja reconhecido pela comunidade como sendo um serviço de referência», reafirmou.  
           
 
 
 
 
 
 
                                                                                      Isabel Duarte
                                                                                  In Diário de Coimbra
 
 
 
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 30 Julho , 2007, 23:56

Em Agosto vão-se realizar as Festas de Verão em Vinhó.

Dia 10 pelas 21,30 H. actuação da banda ADM

Dia 11 pelas 21,30 H. actuação do grupo Gomape Music

Dia 12 pelas 21,30 H. actuação do conjunto Eclipse Musical

Todos os dias jogos tradicionais
   -Tiro ao alvo (com prémios para os primeiros lugares)
   -Torneio da malha
   -Jogo do prego e outros jogos

A quermesse, como sempre, recheada de bons prémios.
O bar vai estar aberto permanentemente, com boa bifana e bom caldo verde.
 
Venha às Festas e traga um amigo
 
Hugo Lopes

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 30 Julho , 2007, 13:21

 

Diz-se por aí (em Vila Cova) que o velho solar dos Condes da Guarda foi vendido a uma empresa turística de grande envergadura.
Fala-se num futuro hotel, numa futura pousada, num complexo turístico de luxo, enfim, nestas situações a imaginação é fértil e, obviamente, muito do que se diz não será totalmente verdade.
Mas, como não há fumo sem fogo vamos mesmo admitir que algo de muito importante se passa.
O Miradouro vai estar atento e tentar recolher informações sobre a veracidade da badalada venda do velho solar.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 29 Julho , 2007, 00:46
Aqui há uns anos, logo após o 25 de Abril, passei um curto período de férias em Vila Cova. Assumido que estava da ideologia então instalada, era um entusiasmado prosélito de um tipo de “cultura”, que era comummente dita de “popular”.
Daí que tenha ido, na breve estada na terra, carregado de discos e gravações de cantos alentejanos e transmontanos e precursões de (adufes e bombos) de Monsanto e Lavacolhos.
Ora, um dia, assentei a “aparelhagem” no muro em frente aos Loureiros e pus-me a dissertar, perante uma assistência de jovens, sobre a autenticidade e a grande beleza dos sons que as “colunas” disparavam. Povo para aqui, Povo para acolá e a plateia de circunstância primeiro atónita, depois enfastiada e logo depois em debandada.
Fiquei a pregar sozinho com o perfeito sentimento da figura de tolo que tinha feito. Para mais e em jeito de resposta (e pirraça) levei, da parte dos que tinham abalado, com um Roberto Carlos na sua expressão mais romântica.
Já em Lisboa, no ambiente de tertúlia que frequentava, contei o episódio. Claro, efeitos do “imperialismo cultural” a impor a comerciável “música pirosa”, foi a imediata conclusão. Hoje que fosse e os termos teriam variado para “globalização” e “música pimba”.
Os tempos mudam e eu também mudei. Fidelizei-me a outros sons e eis-me um ouvinte de Jazz, quase em exclusivo. Diz-me uma sobrinha que é música “cota”. Sobrinha essa que me arrastou para uma festa de Verão igualzinha a muitas que se sucedem por todo o país. E lá estava um conjunto à Toni Silva. Sonoridades muito iguais às que em Vila Cova se ouvem no S. João, na Praça.
Depois o grande cartaz da festa: Quim Barreiros.
Só faltava esta, pensei. Qual quê? Comecei por bater o pé, depois já me bamboleava e por fim até dancei.
“Porra! A gaita é que isto é mesmo Povo!...”
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 27 Julho , 2007, 22:00

Amanhã, dia 28 de Julho, a Flor do Alva actuará, a partir das 22 horas, no “Lagar”, em Coja, integrada no programa "Noites de Verão", organização da Câmara Municipal de Arganil.
 
 
 
 
Notícia: Fábio Leitão

publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 27 Julho , 2007, 01:25
As obras da Fonte dos Passarinhos prosseguem e aparentam uma estrutura base que promete a sustentabilidade mínima para impedir as habituais destruições, em resultado de chuvadas fortes que, de quando em quando, ocorrem.
 
A Fonte dos Passarinhos, para além de ser um lugar gracioso, de onde se avista uma extraordinária paisagem, oferece uma água de grande leveza e, ao que dizem, de boa eficácia digestiva.
Destes predicados vamos em breve, por certo, poder usufruir.
 
Mas, de todos os fontanários existentes em Vila Cova, e dos quais, um a um, irei dar apontamentos em próximas edições do Miradouro, a “Fonte dos Amores” exalta-me recordações especiais, ligadas aos meus tempos de juventude.
 
A Fonte dos Amores? Em Vila Cova? – perguntarão muitos leitores.
Sim amigos, em Vila Cova.
 
Os acessos só se cumpriam de barco. Subindo o rio, do Salgueiral em direcção ao Porto de Avô, naqueles pitorescos barcos a remo de então, em lugar escondido e de pequena reentrância à zona das Fontaínhas, atingíamos a tão almejada Fonte dos Amores.
 
Almejada, digo bem. Não tanto pelas qualidades do pequeno fio de água que lhe jorrava, vindo sabe-se lá de onde. Mas, o local da fonte, recôndito e íntimo, era bem bonançoso, e para mais seguro, a muito apaixonados ais e suspiros de amor.
 
Éramos jovens, sangue a ferver. E corria entre nós uma crença. Parzinho que daquela água bebesse ficava para sempre preso ás setas do cupido.
 
Muitas goladas bebi, confesso. Ano a ano em paixonetas várias. Mas efeito, o da profecia, não me fez nunca a água. Nem a mim nem aos outros.
 
Ah, a não ser o de uma grande saudade…
 
 
 
 
 
 
Nuno Espinal
 

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 23:51
É o que se pode chamar uma resistente. E ela própria confessa:
 
“Podia ter, como quase todos, abalado ou para Lisboa ou para Coimbra ou para um qualquer outro local. Mas decidi ficar. Não sou eu quem vai contribuir para a chamada desertificação do interior.”
 
E de facto, assim é. Nem ela nem o marido, também ele vilacovense, deixaram a sua Vila Cova. Casados, há cerca de dois anos, fizeram-se à vida onde a sorte lhes proporcionou trabalho, mas mantendo residência na sua terra.
 
A Cláudia Lourenço, é este o seu nome, é hoje cabeleireira em Arganil. O vai e vem diário não é coisa que a perturbe. Afinal, hoje, as distâncias até estão longe de ter as dimensões antigas. “O ir e vir do dia a dia até se faz bem.”
 
Depois é o descanso ao fim de semana. Descanso, quer dizer…é que a lida da casa não lhe dá parança. Folga, essa, só a do cabeleireiro. E às vezes nem isso. Pois é. Algumas, das suas conterrâneas, aproveitam-lhe o saber capilar e a disponibilidade. Uma garagem serve de “Salão”. Algumas, e há que dizê-lo, e alguns. É que a Cláudia também se ajeita e bem na “Arte de Fígaro”.
 
Cabeleireiro “Unisexo” em Vila Cova?  Quem diria?!...
 
 
 
 
 
 
Nuno Espinal/Carla Marques

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 23:46
No próximo Domingo, 29 de Julho, Casal de S. João vai ter uma " TARDE DE CONVIVIO ", a partir das 15.00 horas.
 
Eis o Programa:
 
BAR, JOGO DA MALHA  (chinquilho), SARDINHA ASSADA, FEBRAS, ENTRCOSTO E MÚSICA DE APARELHAGEM.
 
O evento realiza-se no LARGO 1.º DE MAIO.
 
 
 
 
 
Notícia: António Tavares

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 00:53

Em Defesa da Árvore
 
 
O “Princesa do Alva” exibe, de há uns dias para cá, um pequeno filme que pretende consciencializar para os perigos dos incêndios na floresta, em especial no período estival que atravessamos. É mais uma achega a toda a campanha que nesta altura nunca é excessiva perante potenciais riscos, maioritariamente, de responsabilidade humana.
As condições climatéricas têm, contudo, permitido tréguas, ainda que as previsões meteorológicas, para os dias que se aproximam, já deixem admitir, pelas subidas de temperatura, um possível eclodir de fogos generalizados, em especial em zonas potencialmente propícias.
 
As árvores e em especial as florestas são, para além do sustento de uma enorme variedade biológica, os pulmões do planeta.
Ao consumirem CO2 (dióxido de carbono) atenuam as emissões deste gás, e equilibram as suas quantidades existentes na atmosfera. Por outro lado a queima de árvores e da floresta lança para a atmosfera mais CO2. E surge aqui um duplo prejuízo. Mais CO2 e menos sorvedouros deste gás, pois as árvores deixam de existir.
 
É por isso que a árvore assume uma importância vital na normalização do efeito estufa, que, potencializado nos tempos que correm, provoca aumento da temperatura do ar, com as conhecidas consequências, nefastas para o equilíbrio dos ecossistemas.
 
O culto da árvore serve, no mínimo, para que a respeitemos, glorifiquemos e ajamos em sua defesa. O breve apontamento que se segue fomos colhê-lo a um “Ecos do Alva”. Uma notícia que enternece.
 
“Em 9 de Março (de 1913), por deliberação superior, celebrou-se (em Vila Cova) a festa da árvore, que foi abrilhantada pela filarmónica de Avô. Falaram às crianças e à numerosa assistência sobre o significado da festa e do culto que se deve prestar à árvore o Prof. António Nunes de Oliveira e Costa e o pároco da freguesia Reverendo Alfredo Nunes de Oliveira.”
 
De facto, a relação do homem com o ambiente é de gestos e práticas opostas. Umas vezes amigo, e outras, e vezes de mais, inimigo.
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

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Meu sentinentmis à famílus.awuele amigo abraço ami...
Como sempre, texto a condizer com a realidade dos...
Tão lindos! Beijinhos e boas férias para todos.
Muito bem.abraço a tds vós amigos de longa data
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