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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 29 Abril , 2017, 09:09

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O Grupo Etnográfico continua a sua preparação para atuar no dia 27, à noite, na “Mostra de Lavores e Sabores”. Gorada a possibilidade de ser acompanhado por músicos da “Flor do Alva”, o Grupo fixou-se na alternativa de o acompanhamento instrumental, à sua rapsódia, ser feito por acordeão e viola baixo, para além de a secção rítmica não ter sido descurada.

Em relação ao acordeonista, a solução não poderia ser melhor, já que conseguiu o apoio de um instrumentista muito credenciado na região, com o registo de ser alguém muito ligado a Vila Cova por via do casamento: Miguel Calado, a residir atualmente em Arganil, mas que durante anos teve residência em Vila Cova.

Também o acompanhamento com a viola baixo conta com um instrumentista já muito rodado no acompanhamento de grupos musicais, nomeadamente o Besclore e o Rondó. Trata-se de o “gorgulheano” Silvino Lopes, já muito conhecido dos vilacovenses.

O Grupo Etnográfico iniciará a sua atuação com oito modas de roda, finalizando a sua atuação com a rapsódia, com músicas do cancioneiro popular português, que foram adaptadas a letras sobre Vila Cova, da autoria de Nuno Espinal e Silvino Lopes. 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 27 Abril , 2017, 12:24

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Decorrente da participação no workshop de  pintura realizado na antiga escola de Vila Cova, e a  convite da equipa do CLDS, houve a oportunidade de quem participou nessa atividade deslocar-se a Lisboa, ao Palácio de Belém, no dia 25 de Abril, para realizar uma pintura, no âmbito do Projeto Lata 65, relacionada com o Dia da Liberdade.

Foi com agrado e surpresa que vimos a participação da nossa utente de Centro de Dia, Srª Dª Maria do Céu Lourenço, no Jornal de Noite da RTP de 25 de abril. (veja vídeo)

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 26 Abril , 2017, 18:16

 

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Fechou-se, por este ano, o pano do palco dos multi-espaços onde decorreram as evocações ao 25 de abril. Registos laudatórios em profusão, nem todos ditos por bocas sinceras e ajustadas, mas também alguns amargos de boca, vindos daqueles ou que nunca se acomodaram aos motivos e trajetos políticos de abril ou que, de abril, imaginaram “purezas” irrealizáveis por utópicas. Mas, também, críticas justas, dos que de abril exigem o essencial do que até agora nos tem dado: democracia e liberdade.

Sou dos que se enxergam neste último grupo que, no país, ao que creio, é esmagadoramente maioritário. E, dos que festejamos abril, não há um único que não manifeste dissabores, legítimos de quem se desfruta, e quer continuar a desfrutar, nos ideais de abril.

Ora, aqui me manifesto com um dos meus dissabores. Serei breve e intentarei ser conciso, já que este espaço, pelas suas características, assim o aconselha.

Assim sendo, eis-me um desprazer, que é antes de mais uma revolta:

Lembram-se da velha trilogia, propalada no salazarismo, “Fátima, Fado e Futebol”? Suposta fonte de alienação, nesta trilogia estava implícito, ao que se dizia, um método, do regime de então, de destituir o Povo de sentido crítico, de pensamento próprio, ocupando-o de banalidades, de suscitar no Povo a aceitação de pseudoverdades que lhe eram impingidas pela máquina de propaganda salazarista.

Hoje rio-me do que me parece ter sido uma mera boutade e pouco mais do que isso.

Comparemos o que era o ambiente em redor do futebol de então com o ambiente que o entranha atualmente.

Não há comparação possível. O futebol, hoje, tornou-se de um fanatismo perigoso, violento, mafioso. Os dirigentes, pessoas de nível moral criticável, incitam à inverdade desportiva, fomentam, subtilmente, a desordem e têm nas televisões o laboratório por excelência para lançarem as suas invetivas, servidos, por comentadores, muitos deles de discursos caricatos, imorais e facciosos, em horas nobres nas programações dos principais canais do país, quase diariamente.

Há de facto um sistema bem urdido que é composto por uma máfia de três clubes. Parecemos um país de anormais, sujeitos a uma propaganda que distorce a verdade. Uma propaganda com alvos definidos nas massas adeptas de cada um dos três clubes, ao jeito da propaganda injetoras na cabeça de cada um de verdades fabricadas, que afinal são mentiras.

Vivemos num verdadeiro imperialismo de três clubes. O resto não existe.

Acordem amigos, é tempo de reagir, de dizer basta.

E aceitar que num país livre e democrático todos têm direito a ser ouvidos, a manifestar-se e a exercer os contraditórios, em tudo o que vai acontecendo nas nossas vidas, nos nossos quotidianos, inclusivamente no futebol.

Lutemos pela verdade desportiva, contra o fanatismo, contra a "triocracia" no futebol.

Viva abril!

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 24 Abril , 2017, 01:42

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 Foto: Zé Santos

 

Foi por um triz que o Vilacovense não trouxe de S. João do Campo (Coimbra) o ponto correspondente ao empate. Aguentou o zero/zero durante 88 minutos, momento em que sofreu o golo que lhe ditou a derrota.

 Injusta esta derrota? Ora bem: se o empate se aceitava, a vitória do Sanjoanense também tem de se aceitar, já que a contabilidade de oportunidades de golo pende para a equipa da casa.  

Saúde-se a nossa equipa pelo bom desempenho e pela grande entrega ao jogo.

Arbitragem com boa cotação.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 23 Abril , 2017, 09:46

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Já está praticamente definido o programa da “VIII Mostra de Lavores e Sabores” que decorrerá entre os dias 26 e 28 de maio.

Na sexta feira após a abertura da “Mostra”, momento em que estará patente a exposição de pintura de Jorge Fernandes e será dado a conhecer aos vilacovenses a publicação de poesia “poemas ao nosso jeito” de autores da União de Freguesias, atuarão a “Tocata do Rancho das Flores de Casal de São João”, a “Filarmónica Pátria Nova de Coja” e o “Grupo Sons e Suadelas”.

No sábado, da parte da tarde, atuarão o “Grupo Melodias de Vila Pouca”, o “Grupo de Santa Ovaia”, o “Rancho das Flores de Casal de São João” e a “Tuna de Mouronho”. Entretanto será lançado um livro de poemas de Silvino Lopes (pai).

Sábado, à noite, a “Filarmónica Flor do Alva” exibir-se-á durante uma hora com um concerto, para depois atuar o Grupo Etnográfico da Santa Casa de Vila Cova, finalizando o programa com Fados de Coimbra, pelo “Grupo Fado ao Centro”.

Domingo, da parte da tarde, apresentar-se-ão o “Grupo de Folclore de Sobral Gordo”, a “Fanfarra dos Bombeiros de Coja”, a ”Filarmónica do Barril de Alva” e o “Grupo Concertinas de Penalva de Alva”.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Abril , 2017, 01:48

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Diz um velho provérbio: não há festa sem comer.

E, porque assim é, a Malta não dispensa, nestes tradicionais “Encontros”, o seu momento de “dar ao dente” e deste modo fazer a “Festa”.  

Ora, aqui está a ementa deste excelso momento. O bacalhau, bem à portuguesa, e, para frisar o nosso sentimento beirão, acompanhado com miga de broa, batata a murro e feijão verde.

Pois, amigos, que haja fartura, que a fome ninguém atura.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 20 Abril , 2017, 02:10

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Após o sucesso da iniciativa em 2016, que contou com a participação de cerca de 800 pessoas, nos próximos dias 29 e 30 de Abril e 6 e 7 de Maio, o “CLDS 3G Arganil + Inclusiva” irá dinamizar a Caminhada Solidária "Estamos Juntos" 2017 em todas as freguesias do concelho de Arganil.

Tal como na edição anterior, o valor das inscrições irá reverter a favor da Casa de Afetos - o lar residencial da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Arganil.

Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo/a a participar nesta Caminhada, bem como a divulgar esta iniciativa junto dos vossos contactos. As inscrições poderão ser feitas via e-mail ou contacto telefónico (235200220)

 Contamos consigo!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 19 Abril , 2017, 05:26

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 18 Abril , 2017, 08:12

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Comentava, no Domingo de Páscoa, um Vilacovense, muito ufano da sua frase, ao ver a Filarmónica passar:

- Vila Cova sem a “Flor do Alva” seria como um jardim sem flores…

Ouvi, sorri e, mais prosaico, pensei:

-As cerimónias da Páscoa em Vila Cova, sem a Flor do Alva, estariam longe de ser a mesma coisa…

Recordo o acompanhamento às três “Ave Marias”, nas Tílias, com um solo impecável do Ricardo Calado, na Procissão da Senhora da Soledade. E, ainda nas Tílias, a excelente interpretação da Marcha Fúnebre. E no Domingo de Páscoa a arruada e o acompanhamento da Procissão da Senhora da Alegria ou o Grupo Coral Litúrgico nas várias intervenções na Missa.  

Obrigado “Flor do Alva”…

 

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Abril , 2017, 17:38

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Como é da tradição, a "Visita Pascal de Domingo de Páscoa" cobriu todas as casas habitadas da vila. Registámos o momento em que a visita ocorreu nas Casa do Convento.

 

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