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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Setembro , 2017, 23:20

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Hoje, dia 21, a utente de centro de dia, Dª.  Maria Eduarda Gonçalves, festejou as suas 77 primaveras junto dos restantes utentes e do marido Vitorino Gonçalves que a presenteou com um ramo de flores.

Parabéns Dª Eduarda.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 18 Setembro , 2017, 07:22

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Boa noite Caro Nuno:

Este fim de semana mais um cartaz vandalizado vergonhosamente, a somar a outros que o já foram. Atos destes mereciam justiça. Como é possível chegarmos a este nível?

Não é com ódios, vinganças e inimizades que se constrói uma verdadeira democracia, onde deve imperar o respeito pelo outro, como ele é com as suas ideias e as suas opções!

Seguem fotos de cartazes vandalizados e de respetivas listas que irão a votos no dia 1 de outubro. Até lá sejamos dignos da nossa Terra e das Pessoas que nela habitam.

Manuel Fernandes

 

Nota da direção do Miradouro: O Miradouro irá tentar publicar cartazes de outros partidos ou coligações, que se candidatem às autárquicas em 1 de outubro pela União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anseriz.

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 14 Setembro , 2017, 12:14

O funeral de Alberto Leal está marcado para as 14 horas de amanhã (dia 15), sendo que as cerimónias religiosas se efetuarão na Igreja Matriz.

Após estas cerimónias religiosas o corpo seguirá para Coimbra onde será cremado cerca das 17 horas.

Aguarda-se a chegada do corpo de Alberto Leal à Casa Mortuária de Vila Cova, durante a tarde de hoje, onde se efetuará o velório.

Alberto Leal, que contava 73 anos de idade, faleceu ontem, em Vila Cova, após ter sido acometido de doença súbita.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 14 Setembro , 2017, 03:53

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Caro Alberto:

 

Não tinhas o direito de partir assim.

Sem mais, como se não fosses importante para todos e cada um de nós.

Recentemente, pelo teu aniversário, fizeste questão de nos reunires em tua casa, à volta da tua mesa, numa feliz comemoração.

A todos abraçaste com o teu sorriso aberto e prazenteiro que irradiava satisfação por estarmos ali.

A tua mulher, o teu filho, a tua nora e a tua neta desdobraram-se em amabilidades para connosco, como se de família próxima se tratasse.

A tua neta falou por todos nós, num improviso que lhe impusemos, e salientou, em palavras simples mas plenas de significado, aquilo que um avô mais desejaria ouvir – a admiração, o amor, o carinho por um avô sempre presente, amigo, conselheiro e protector que a Leonor lhe testemunhou

Poderíamos fazer nossas as palavras da tua neta.

Há dois anos, também por altura do teu aniversário, almoçámos em Fajão, lembras-te? Fizeste questão de oferecer o almoço dizendo algo como isto “estes são os meus amigos, que importa o dinheiro?”

Foste sempre assim, amigo do teu amigo, generoso, bom e leal, de nome e de temperamento.

Para ti a vida deveria ser um jogo sem vencedores nem vencidos.

Nunca ninguém te viu zangado nem nunca te ouviu uma crítica a quem quer que fosse. Foste um exemplo de amigo, marido, pai, avô e Homem.

Hoje, que o jogo acabou, perdeste, Alberto, perdemos todos, e penso que, sem o sabermos, o abraço apertado que trocámos no dia do teu aniversário era um abraço de despedida.

A vida tem destas traições.

Sabes que deixas um vazio enorme.

O teu lugar, no “Entroncamento”, no “Escuro” como lhe chamamos, vai agora ficar vazio ao lado do Vasco mas não deixaremos de sentir a vossa presença junto de nós.

Um dia, lá nos encontraremos no universo do tempo, daremos um fortíssimo abraço de saudade e continuaremos as nossas conversas que agora interrompemos.

Embora tivesses o dever de continuar junto de nós, vai em paz, Alberto

Até sempre, Amigo.

 

José Oliveira Alves

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 13 Setembro , 2017, 18:48

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Caro Alberto:

Eras um verdadeiro amigo, um amigo dos velhos amigos da malta.

Hoje, para sempre, a trágica frieza da morte, silenciou-te as palavras, extingue-te o sorriso, finaliza os gestos cúmplices e solidários com que acudias aos desprivilégios da vida.

No teu recato, longe de exuberâncias, sempre te ouvimos as palavras fortes com que elegias a amizade, que tanto consagravas no teu culto dos bens mais prestimosos da vida.

Meu caro Alberto: Amanhã, no “escuro”, tanto que vamos sentir a tua falta! Mas, haverá sempre um brilho teu, na memória das coisas fortes da vida, que nos iluminará as recordações que tu tanto protagonizaste connosco.

Adeus caro Alberto. Quero que acredites: Enquanto um dos da “malta” existir, tu existirás sempre connosco.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 10 Setembro , 2017, 22:49

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O dia 8 de setembro sempre foi, em Vila Cova, um dia especial. Um dia de consagração a Nossa Senhora da Natividade, que o Povo elegeu como sua Padroeira.

De há uns anos para cá, porém, mantendo-se o dia 8 como a data da Padroeira, a comemoração, por razões advindas de novas relações de trabalho da população ativa vilacovense, passou para o primeiro domingo posterior ao dia 8.

Foi assim que este ano calhou a 10 de setembro, com as tradicionais Missa e Procissão, em que o andor com a imagem de Nossa Senhora da Natividade percorreu o habitual trajeto das procissões.  

À Missa, celebrada pelo Padre Dr. Rodolfo Leite, acorreram muitos fiéis, os mesmos que se incorporaram na Procissão, na qual, atrás do andor, se soerguiam quatro fogachas, cada uma  à cabeça de uma senhora, fogachas que mais tarde seriam leiloadas, com a receita a ser doada para ajuda no custeamento de obras na “Matriz”.

E assim foi. Durante a exibição da nossa Filarmónica “Flor do Alva”, procedeu-se, nos intervalos de peças musicais, ao leilão, que não terá correspondido  às expectativas, em termos de verba arrecadada, até porque os populares presentes no Chafariz de São Sebastião, local onde se realizou o concerto, compareceram em número reduzido. Por certo sinais dos tempos demonstrativos da encolha demográfica que de ano para ano é um facto constatado.

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 10 Setembro , 2017, 15:10

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Pouco importa qual o partido que foi vandalizado nos cartazes expostos nas “tílias”. Fosse que partido fosse, o ato é deplorável e só demonstra que, apesar da vivência de quase 50 anos de democracia, ainda há quem seja apologista de um regime de partido único à moda hitleriana ou de totalitarismo soviético.

Os autores desta selvajaria não são, por certo, nem sociais democratas, nem socialistas democratas. Porque nos partidos que sustentam estas ideologias, como noutros que integram o atual regime político português, estão instituídos o respeito e o convívio democráticos.

Quem este ato perpetrou aspira por certo a um sistema político de partido único e de um chefe ditador.

Para este ou estes corajosos, que agem na calada da noite, um conselho: A Coreia do Norte é-lhes o abrigo conveniente. Emigrem, lá, sem dúvida, serão felizes!

 

Nuno Espinal  


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 06 Setembro , 2017, 18:06

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A porta da Ficabeira e Feira do Montalto é aberta ao público às 19 horas de hoje, quarta-feira. A Santa Casa está representada com um stand onde estão expostos "doces da santa" e os livros, com edição propria "O Convento de Santo António" e "Poemas ao Nosso Jeito...".

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 05 Setembro , 2017, 01:33

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Joana Silva enviou-nos um texto que nos dá uma informação desmistificadora do construtivismo forjado, por interesses meramente económicos, sobre a floresta ocupada pelo eucalipto:

 

A Querqus e a Acréscimo confrontaram as informações difundidas pela CELPA, Associação da Indústria Papeleira sobre as florestas, a atividade silvoindustrial e a fileira da pasta e papel em Portugal, com as estatísticas oficiais disponíveis e chegaram a conclusões.

Eis os 12 itens essenciais:

Em Portugal, 98% da área florestal é detida por famílias?

Não! Em Portugal, o Estado dispõe apenas de 1,6% da área florestal nacional. A indústria papeleira detém cerca de 6,5%, muito embora, entre 2001 e 2010, a mesma tenha registado uma contração, apenas em plantações de eucalipto, superior a 33,8 mil hectares, Da área restante, as áreas comunitárias, os baldios, representam cerca de 12%.

Assim, as famílias serão detentoras de cerca de 80% da área florestal nacional

Existem 400.000 proprietários com plantações de eucalipto em Portugal?

Não existem estatísticas fiáveis, pela ausência de cadastro rústico em parte significativa do país, quanto ao número de proprietários rústicos detentores de superfícies florestais.

O número de 400.000 proprietários é um valor desatualizado relativo ao total de proprietários florestais que detêm várias espécies e não apenas dos produtores de eucalipto.

Através das Finanças, em dados de 2006, sabe-se que o número total de prédios

rústicos em Portugal ascende a quase 11 milhões, sendo que, em 14 dos 18 distritos do continente, a área média dos prédios é de 0,57 hectares.

As plantações de eucalipto representam apenas 13% da área ardida em Portugal?

Não! Nos últimos 20 anos, a área de plantações de eucalipto em Portugal registou um acréscimo superior a 100 mil hectares. O seu envolvimento na área ardida tem crescido substancialmente.

Em 1996 as plantações de eucalipto representavam 3% da área ardida total e 13%, da área ardida em floresta.

Em 2015 a área ardida de eucaliptal representou 17% do total e 45% da área de povoamentos florestais ardidos.

 A área de plantações de eucalipto em Portugal é objeto de uma adequada gestão?

Não! A par do que acontece com outras ocupações florestais, também a área de plantações de eucalipto evidencia enormes debilidades no que respeita à sua gestão. Uma grande parte dos eucaliptais em minifúndio do centro e norte do país, não tem qualquer gestão de silvicultura preventiva durante a década até ao corte.

Assim, de acordo com os últimos dados disponíveis do Inventário Florestal Nacional (IFN5), da área nacional ocupada por eucalipto, em cerca de 11% trata-se de povoamentos mistos com pinheiro-bravo, em cerca de 9% o coberto é inferior a 50%, em cerca de 49% a densidade é inferior a 600 árvores por hectare, e em cerca de 12% a idade das plantações ultrapassa os 12 anos. Todos estes são indicadores de deficiente e má gestão.

A área de plantações de eucalipto está 100% certificada?

Não! A área ide plantações de eucalipto dos grupos industriais associados na CELPA, cerca de 19% da área total de eucalipto a nível nacional (segundo dados provisórios do 2010, IFN6), estão certificadas pelos sistemas FSC e PEFC. As áreas totais das empresas associadas na Celpa representam 56% da área certificada pelo FSC e 78% da área certificada pelo PEFC.

A produção de rolaria de eucalipto é um negócio rentável?

Se avaliado o negócio da produção de rolaria de eucalipto conforme os dados apresentados no simulador "Análise Financeira para o Eucalipto" desenvolvido pela própria indústria papeleira, os resultados positivos tendem a aparecer.

Importa, contudo, ter em consideração as limitações de tal simulador. O mesmo tem uma fortíssima limitação para 14 dos 18 distritos do continente, onde a área média dos prédios é de 0,57 hectares, ou seja, onde o minifúndio acarreta custos específicos não considerados. Por exemplo, o encargo considerado de 1.350 euros/hectare de instalação de um eucaliptal, em minifúndio, pode atingir os 3.000 hectares/hectare.

 É de realçar ainda o facto de os valores de custos apresentados no simulador estarem aquém dos valores de referência, para as operações em causa, definidos por comissão de acompanhamento sediada no Ministério da Agricultura.

Por último, as simulações ocorrem a 24 anos (2 cortes a cada 12 anos), não incluindo valores relativos a cortes posteriores, com produtividades decrescentes, bem como o encargo final de replantação ou reconversão do uso do solo para outras produções. Este último, em minifúndio, pode atingir os 2.000 euros/hectare.

A fileira do eucalipto combate o despovoamento?

Não! A expansão de plantações de eucalipto em regiões despovoadas do interior em nada contribuiu para contrariar o êxodo rural. A cultura do eucalipto baseia-se em praticas culturais simples e numa procura que se centra, sobretudo, no litoral, longe de regiões de baixa densidade populacional. A principal exceção ocorre em Vila Velha de Ródão, onde a atividade industrial se tem caracterizado por um elevadíssimo custo ambiental.

O sector florestal representa 100 mil postos de trabalho?

Não! No seu conjunto, a silvicultura e as indústrias florestais sustentam, de acordo com dados de 2013, cerca de 66 mil postos de trabalho. A silvicultura é responsável por cerca de 5 mil postos de trabalho e as indústrias florestais, nas suas diferentes fileiras, por cerca de 61 mil empregos.

O sector florestal em Portugal representa 5% do PIB?

Não! De acordo com os dados do INE, em 2013 o Valor Acrescentado Bruto do sector florestal representava 1,2% do PIB. A indústria papeleira tinha um peso de 0,5% do PIB.

As importações de eucalipto para a indústria papeleira têm aumentado?

Não! No que respeita às importações de rolaria de eucalipto, tem-se assistido a uma redução desde 2013, isto, apesar do aumento nas aquisições.

As plantações de eucalipto têm tido um impacto relevante no sequestro de carbono em Portugal?

Não! No curto prazo o sequestro de carbono é mais rápido pelo eucalipto, contudo, em termos de cenários das alterações climáticas é mais relevante que o carbono fique armazenado no máximo período de tempo, o que se anula com o corte e transformação industrial do eucalipto.

Há que ter ainda em conta o desempenho crescente das plantações de eucalipto na área ardida, pelo que importa avaliar o saldo entre o ganhos e as perdas decorrentes das emissões libertadas pelos incêndios.

Para tornar rentável a operação industrial de produção de pasta e de papel o país carece de maior área de plantações de eucalipto?

Não! Quanto muito será oportuna a aposta em qualidade e na produtividade por área. Ora, o que a CELPA agora defende são novas plantações de eucalipto, aumentando as monoculturas com os riscos associados.

 

A informação difundida pela indústria papeleira em Portugal está demasiado fundamentada em mitos, pouco na realidade.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 31 Agosto , 2017, 11:55
Caro Nuno: Fui assistir à representação teatral dos nossos Gorgulhos na Biblioteca de Coja. A assistir estavam jovens pequenos de Côja e Jovens Grandes (Seniores) de Côja e de Vila Cova. Boa atuação e melhor adaptação  da Literatura a este público tão esquecido!!!
 
Manuel Fernandes

 

 

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